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Jornal Nacional: a importância do curso técnico para o primeiro emprego

  • 15 de março de 2022

Principal telejornal do país apresenta reportagem calcada em pesquisa com empresas e estudantes sobre a importância do curso técnico para inserção no mercado de trabalho

Assista à reportagem exibida pelo Jornal Nacional em 14 de março de 2022

Principal telejornal do país, em 14 de março de 2022 o Jornal Nacional (Rede Globo) apresentou uma reportagem calcada numa pesquisa envolvendo empresas e estudantes brasileiros sobre a importância do curso técnico no início da carreira, traçando um comparativo com o ensino médio. Desenvolvida pela Fundação Roberto Marinho em parceria com a Itaú Educação e Trabalho e a Fundação Arymax, a pesquisa analisou o papel da formação técnica na inclusão de jovens no mercado de trabalho. Para 66% das empresas, a falta de qualificação constitui a principal dificuldade para os recém-formados conseguirem o primeiro emprego; eles, por sua vez – cerca de 75% –, apontam que as escolas não preparam adequadamente para o início da profissão.

De acordo com o secretário geral da Fundação Roberto Marinho, João Alegria, é necessário melhorar a relação entre as partes: estudantes e empresas. “Existe um desafio grande para que os jovens entendam melhor como é o ambiente de trabalho, mas também há um desafio sob o ponto de vista das empresas para que elas se aproximem mais de culturas juvenis”, opina o executivo. A pesquisa aponta também que 42% das empresas participantes contam com jovens com formação técnica em seu quadro de colaboradores; e, além de permanecerem no emprego, muitos evoluem profissionalmente podendo chegar ao cargo de gestor.

Instituído pela Lei nº 13.005/2014, o Plano Nacional de Educação (PNE) prevê a criação de 5,2 milhões de vagas com formação técnica até 2024, mas é preciso um esforço conjunto para acelerar a formação de modo a atender à demanda do mercado. “Se o país souber se organizar corretamente e ter uma velocidade de implementação do novo ensino médio, em pouquíssimo tempo poderemos ver de forma ampliada e significativa a oferta de possibilidade de formação técnica no Brasil”, conclui João Alegria, destacando que a educação pública constitui um compromisso de todos na sociedade e, nesse contexto, as empresas podem desempenhar papel de protagonistas.

Para assistir à reportagem, clique aqui.

 

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De acordo com o secretário geral da Fundação Roberto Marinho, João Alegria, é necessário melhorar a relação entre as partes: estudantes e empresas. “Existe um desafio grande para que os jovens entendam melhor como é o ambiente de trabalho, mas também há um desafio sob o ponto de vista das empresas para que elas se aproximem mais de culturas juvenis”, opina o executivo. A pesquisa aponta também que 42% das empresas participantes contam com jovens com formação técnica em seu quadro de colaboradores; e, além de permanecerem no emprego, muitos evoluem profissionalmente podendo chegar ao cargo de gestor.

Instituído pela Lei nº 13.005/2014, o Plano Nacional de Educação (PNE) prevê a criação de 5,2 milhões de vagas com formação técnica até 2024, mas é preciso um esforço conjunto para acelerar a formação de modo a atender à demanda do mercado. “Se o país souber se organizar corretamente e ter uma velocidade de implementação do novo ensino médio, em pouquíssimo tempo poderemos ver de forma ampliada e significativa a oferta de possibilidade de formação técnica no Brasil”, conclui João Alegria, destacando que a educação pública constitui um compromisso de todos na sociedade e, nesse contexto, as empresas podem desempenhar papel de protagonistas.

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